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	<title>Arquivos Geral - WAMC Log</title>
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	<description>Soluções customizadas em Comércio Exterior</description>
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	<title>Arquivos Geral - WAMC Log</title>
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		<title>4 setores de importação que mais cresceram em 2019</title>
		<link>https://wamclog.com.br/4-setores-de-importacao-que-mais-cresceram-em-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 15:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora uma balança comercial favorável dependa de um volume maior de exportação, a importação também tem larga relevância no comércio brasileiro. É graças à compra de alguns produtos de outros países que se faz possível abastecer o mercado interno e, até fomentar a produção de diversas mercadorias importantes para o consumo local. Em 2019, alguns setores cresceram tanto pelo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora uma <a href="/entenda-como-funciona-a-balanca-comercial-da-mdic/" target="_blank">balança comercial</a> favorável dependa de um volume maior de exportação, a <a href="/4-dicas-para-evitar-custos-extras-durante-uma-importacao/" target="_blank"><b>importação</b></a> também tem larga relevância no comércio brasileiro. É graças à compra de alguns produtos de outros países que se faz possível abastecer o mercado interno e, até fomentar a produção de diversas mercadorias importantes para o consumo local.</p>
<p>Em 2019, alguns setores cresceram tanto pelo cenário econômico interno quanto por conta do panorama internacional. Os destaques foram apresentados pelo próprio <a href="http://www.mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-acumulado-do-ano" target="_blank">Ministério da Economia</a>, por meio dos dados consolidados sobre o comércio exterior.</p>
<p>Que tal saber um pouco mais sobre essas movimentações? Veja quais foram os setores de <b>importação</b> que mais se desenvolveram em 2019!</p>
<h2>1. Os produtos minerais tiveram grande projeção entre as compras</h2>
<p>Apesar de o Brasil ser um dos maiores produtores minerais do mundo, a <b>importação</b> desses componentes tem apresentado um aumento significativo. A compra de minérios de ferro e seus concentrados, por exemplo, teve elevação de mais de 4.259%!</p>
<p>As pedras preciosas e semipreciosas também chamam a atenção, com um crescimento de 654%. O crescimento da <b>importação</b> de minérios de alumínio e de seus concentrados ficou na casa de 234%, enquanto do silício foi de 230%. Com isso, o Brasil acabou se destacando como um grande importador mineral.</p>
<h2>2. A importação de componentes industriais permaneceu forte</h2>
<p>A maior dependência, entretanto, ainda é sobre componentes manufaturados, especialmente aqueles que são utilizados na indústria. A compra de caldeiras, suas partes e aparelhos auxiliares aumentou mais de 3.972%. Quanto aos motores e às turbinas para aviação, o crescimento foi de 2.743%.</p>
<p>Para vias férreas, o destaque ficou com os aparelhos eletrônicos de sinalização e controle, que trouxeram um crescimento de 471% nas compras. Os centros de usinagem e as estações múltiplas para metais, por sua vez, tiveram uma ampliação de 262% nos pedidos.</p>
<p>E não são apenas os componentes metálicos que chamam a atenção. Armações e cabos de madeira para ferramentas ou vassouras representaram um aumento de 919%.</p>
<h2>3. Os itens alimentícios despontaram na forma industrializada e bruta</h2>
<p>Outro ponto interessante é que a <b>importação</b> de produtos ligados à indústria alimentícia cresceu, embora o Brasil seja um grande produtor agropecuário. O crescimento na compra de cravo-da-índia foi da ordem de 3.608%. Quanto ao óleo de soja refinado, o valor foi de 2.318%. Cachaça e caninha representaram 834%, enquanto o milho em grãos foi de 252%.</p>
<p>Em relação aos industrializados, as preparações para alimentação de crianças responderam por 235%. A compra de margarina, por sua vez, atingiu um crescimento nominal de 97% nos pedidos.</p>
<h2>4. Os produtos de origem animal viram um crescimento levemente destacável</h2>
<p>Um setor que também figurou entre os primeiros da lista foi o de produtos com origem animal. A compra de bovinos vivos, por exemplo, avançou 668%. Já a aquisição de tops de lã penteada foi de 498%.</p>
<p>Em relação aos miúdos de animais, o avanço representou 149%. No entanto, é um setor com menos variedade de produtos importados que os outros. Com isso, é possível notar que a compra de bovinos vivos foi a grande responsável pelo destaque desse segmento.</p>
<p>Ao conhecer os setores de <b>importação</b> que mais cresceram em 2019, é viável ter uma ideia clara do que esperar para os próximos meses. Além disso, é uma forma de se planejar melhor para aproveitar as oportunidades futuras do mercado.</p>
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		<title>Carga aérea: o que pode ser transportado?</title>
		<link>https://wamclog.com.br/carga-aerea-o-que-pode-ser-transportado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 18:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transporte aéreo é, frequentemente, solicitado por empresas que precisam realizar o envio de cargas urgentes, especiais, ou para a prática da entrega no mesmo dia — muito comum em regiões metropolitanas. Contudo, existem algumas restrições para que a carga aérea seja enviada. Então, no artigo de hoje falaremos mais sobre essas restrições e sobre os tipos de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transporte aéreo é, frequentemente, solicitado por empresas que precisam realizar o envio de cargas urgentes, especiais, ou para a <a href="https://www.prestex.com.br/blog/same-day-delivery-como-preparar-sua-empresa-para-essa-tendencia/" target="_blank">prática da entrega no mesmo dia</a> — muito comum em regiões metropolitanas. Contudo, existem algumas restrições para que a carga aérea seja enviada.</p>
<p>Então, no artigo de hoje falaremos mais sobre essas restrições e sobre os tipos de cargas que podem ser enviadas através do modal aéreo. Continue conosco e confira!</p>
<h2>Cargas perigosas</h2>
<p>As <a href="https://www.prestex.com.br/blog/como-e-feita-logistica-para-o-transporte-de-cargas-perigosas/" target="_blank">cargas perigosas</a>, como inflamáveis, explosivos, radioativos, entre outras, podem ser embarcadas desde que possuam autorização da companhia aérea. Além disso, a documentação deve vir com a uma ficha de identificação do material, incluindo informações a respeito do manuseio correto, para o caso de alguma eventualidade ocorrer.</p>
<p>As embalagens, assim como as condições de transporte, devem ser regulamentadas pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e, dentre os materiais perigosos transportados, podemos citar: vacinas, baterias, aerossóis e equipamentos elétricos.</p>
<h2>Cargas perecíveis</h2>
<p>Por terem um ciclo de vida curto e rápida deterioração, alguns produtos são caracterizados como perecíveis.</p>
<p>As mercadorias perecíveis são aceitas como carga aérea, desde que se tenha a certeza de que chegarão em seu destino em bom estado. Então, quando embarcadas, elas devem possuir uma etiqueta especial, que as identifique como produtos perecíveis. Por exemplo, as flores e alguns tipos de alimentos se enquadram nessa categoria.</p>
<h2>Animais vivos como carga aérea</h2>
<p>O embarque de animais vivos está condicionado à regulamentação do IATA. Portanto, para embarques desse tipo as normas avaliam o tipo de animal, qual é o tipo de aeronave, a temperatura adequada, qual é o estado de saúde do animal e se ele está em período de gestação.</p>
<p>Porém, caso algum animal esteja em período de gestação ou em más condições de saúde, ele não é aceito para viagem.</p>
<h2>Produtos frágeis na carga aérea</h2>
<p>Esses produtos podem ser: vidros, cristais, louças, espelhos, entre outros. A restrição de embarque desse tipo de mercadoria está ligada à <a href="https://www.prestex.com.br/blog/transporte-de-cargas-frageis-5-cuidados-que-devem-ser-tomados-2/" target="_blank">embalagem utilizada</a>, que deve assegurar a integridade da carga aérea durante o transporte.</p>
<p>Porém, isso se deve ao fato de muitos contratos terem cláusulas de multas para casos de avarias.</p>
<h2>Cargas valiosas</h2>
<p>Normalmente, essas cargas não possuem restrições para embarque. Algumas empresas deixam de transportar devido ao seu alto valor agregado, o que pode causar insegurança devido a <a href="https://www.prestex.com.br/blog/como-funciona-o-seguro-de-cargas/" target="_blank">furtos e roubos</a>.</p>
<h2>Cargas controladas</h2>
<p>Algumas cargas são controladas pelo Governo, como as vacinas, os medicamentos, as armas, entre outras. Então, para que esse tipo de carga seja transportada é necessário obter possuir certificação da ANVISA, obter a licença do Serviço Regional da Aviação Civil, além da autorização da Guia de Tráfego — fornecida pelo Ministério do Exército.</p>
<p>Em resumo, o envio de carga aérea, muitas vezes, é feito por decisões estratégias das empresas. No entanto, como podemos ver, em alguns casos as cargas precisam de manuseio, <a href="https://www.prestex.com.br/blog/guia-completo-de-como-preparar-embalagens-de-entrega-para-seus-produtos/" target="_blank">embalagem</a>, tratamento e transporte especial — o que acaba provocando restrições de envio.</p>
<p>Por outro lado, desde que sejam atendidas as especificações, o transporte pode ser realizado e, em alguns casos, acaba sendo o mais recomendado. Isso dependerá do tipo da carga transportada, da urgência e da estratégia de atendimento ao cliente.</p>
<p>Acompanhe o nosso blog e se atualize com nossas matérias!  A WAMC oferece o suporte logístico que sua empresa precisa!</p>
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		<title>Operações de Câmbio: entenda como funciona o processo!</title>
		<link>https://wamclog.com.br/operacoes-de-cambio-entenda-como-funciona-o-processo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 18:52:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum pessoas e empresas terem dúvidas sobre operações de transferências financeiras internacionais, principalmente relacionadas ao comércio exterior. Uma das partes mais importantes nos processos de importação e exportação é o fechamento de câmbio, e por esse motivo vale apena ficar atento em relação a alguns temas. Acompanhe nesse artigo algumas dicas que preparamos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum pessoas e empresas terem dúvidas sobre operações de transferências financeiras internacionais, principalmente relacionadas ao comércio exterior. Uma das partes mais importantes nos processos de importação e exportação é o fechamento de câmbio, e por esse motivo vale apena ficar atento em relação a alguns temas.<br />
Acompanhe nesse artigo algumas dicas que preparamos para você, com base na regulamentação do Banco Central do Brasil.</p>
<h2>1 – Faça suas operações de câmbio em instituições financeiras registradas no Banco Central do Brasil.</h2>
<p>Todas as operações de câmbio devem ser registradas no Banco Central do Brasil através das instituições financeiras habilitadas. Então, o primeiro passo é saber se a instituição financeira que você está fazendo a <strong>operação de câmbio</strong> está habilitada pelo Banco Central. Para saber disso, você deve entrar no <a href="https://www.bcb.gov.br/rex/IAMC/Port/Instituicoes/inst_autorizadas.asp" target="_blank">site do Banco Central</a> e fazer a pesquisa.</p>
<h2>2 – Avalie os custos e despesas na operação de câmbio.</h2>
<p>Quando você vai fazer uma <strong>operação de câmbio</strong> basicamente você terá dois custos/despesas. Uma delas é Tarifa, que é um valor fixo por contrato ou por operação. Você deve analisar sempre esse item, pois os valores no Brasil variam de USD 20,00 a R$ 600,00 por operação, o que pode encarecer muito seus processos.</p>
<p>Outro item, e o mais importante, é a Taxa de Câmbio, ou o que chamamos habitualmente de cotação. As cotações variam muito de acordo com a instituição, região, cliente, momento da operação, entre outros. Por esse motivo, não é recomendável que você tenha apenas uma única opção para suas operações de câmbio. O recomendável é que você tenha mais de uma instituição para você comparar não só os valores, mas também o nível dos serviços prestados.</p>
<h2>3 – Acompanhe o mercado de câmbio</h2>
<p>Como nas operações de câmbio você pode diminuir ou elevar seus custos no processo, o ideal é que você possa acompanhar o mercado de câmbio para entender o comportamento das cotações e principalmente negociar com sua instituição financeira.</p>
<h2>4 – Confira o Contrato de Câmbio e o SWIFT da Operação</h2>
<p>Toda <strong>operação de câmbio</strong> feita respeitando a legislação, é registrada no Banco Central através do Contrato de Câmbio, que é o documento que registra todas as informações da operação entre as partes envolvidas. É de suma importância que após você fazer sua <strong>operação de câmbio</strong> e receber o contrato, que você confira se todos os dados do contrato estão corretos.</p>
<p>Isso é fundamental para que você não tenha dores de cabeça futuras, caso haja alguma informação inconsistente e o valor não chegue corretamente ao destino.<br />
O SWIFT (MT103) é um documento que comprova efetivamente a operação, semelhante a um comprovante de pagamento, e também deve ser conferido pelos mesmos motivos do Contrato de Câmbio.</p>
<h2>5 – Fique atento quanto ao prazo de liquidação da sua operação</h2>
<p>Como tempo é um ativo precioso no comércio exterior, ficar atendo ao prazo de liquidação é fundamental na sua <strong>operação de câmbio</strong>. Liquidação é a efetiva troca de divisas, em resumo, quando o dinheiro é convertido e enviado ao seu destino. No mercado brasileiro de câmbio pronto, as operações são feitas com liquidação em D+0, D+1 e D+2, que significa:</p>
<ul>
<li>D+0 – Operação fechada e enviada ao seu destino no mesmo dia útil;</li>
<li>D+1 – Operação fechada e enviada ao seu destino no primeiro dia útil seguinte ao dia do fechamento;</li>
<li>D+2 – Operação fechada e enviada ao seu destino no segundo dia útil seguinte ao dia do fechamento;</li>
</ul>
<p>O cliente pode escolher entre as opções nas instituições financeiras, então, vale a pena avaliar qual a melhor opção diante das suas necessidades.</p>
<h2>6 – Cuidado com Hackers</h2>
<p>Nos últimos anos tem crescido a ação de Hackers nas operações de comércio internacional. A ação é feita no momento de comunicação entre as empresas no Brasil e no Exterior, onde os hackers alteram os dados bancários dos clientes/fornecedores, fazendo com que os valores sejam remetidos para contas diferentes da original.</p>
<p>Essa ação tem trazido prejuízos consideráveis para as empresas, portanto, é importante ficar atento a qualquer e-mail, documentos, troca de dados bancários ou qualquer informação que pareça suspeita. Na dúvida, entre em contato por telefone com seu cliente/fornecedor para confirmação das informações, afinal, vale gastar com uma ligação internacional do que perder o valor da operação.</p>
<h2>7 – Procure ajuda especializada quando necessário</h2>
<p>Muitas vezes a empresa está planejando ou fazendo uma operação especifica onde precisa-se de orientação profissional na área de câmbio. Por exemplo: abrindo empresa, filial ou conta corrente no exterior, recebendo aportes de capitais estrangeiro, contratando empréstimos internacionais, pagando serviços no exterior ou recebendo valores de serviços prestados, entre outras.</p>
<p>Para algumas operações, o Banco Central exige declarações específicas como ROF (Registro de Operações Financeiras), IED (Investimento Eletrônico Direto), CBE (Censo de Capitais Brasileiros no Exterior) e assim por diante.</p>
<p>Portando, na dúvida, procure e consulte profissionais e empresas que possam auxiliar com todas as informações pertinentes a sua operação, para que você não tenha problema no futuro.</p>
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		<item>
		<title>Destaque da Revista Feed&#038;Food para a WAMC Log</title>
		<link>https://wamclog.com.br/destaque-da-revista-feedfood-para-a-wamc-log-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 17:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na edição de dezembro da Revista Feed&#38;Food a WAMC Log foi destaque. A revista Feed&#38;Food é uma publicação dirigida a toda a agroindústria de proteína animal. A experiência da WAMC Log no setor de Agroindústria é ressaltado na reportagem que aborda ainda, a história de pioneirismo, visão dos socios e os valores da empresa que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na edição de dezembro da Revista Feed&amp;Food a WAMC Log foi destaque. A revista Feed&amp;Food é uma publicação dirigida a toda a agroindústria de proteína animal. A experiência da WAMC Log no setor de Agroindústria é ressaltado na reportagem que aborda ainda, a história de pioneirismo, visão dos socios e os valores da empresa que são seu diferencial no mercado.</p>
<p>O agronegocio brasileiro é um dos mais competitivos do planeta. O país deve responder por 40% da expansão na produção mundial de alimentos até 2050.</p>
<p>A fim de atender essa demanda crescente, cada elo da cadeia produtiva é importante. Os serviços de logística e consultoria aduaneira se tornam essenciais.</p>
<p>Soluções personalizadas que atendam a diferentes modelos de negócio e sejam capazes de oferecer agenciamento de carga, transporte rodoviário e desembaraço aduaneiro, em condição multimodal são cada vez mais necessárias.</p>
<p>A WAMC Log conta com profissionais altamente capacitados, desde contadores até profissionais de recursos humanos, passando por despachantes aduaneiros e analistas de importação e exportação, além de tributaristas e todo um corpo jurídico capaz de atender a qualquer demanda do cliente.</p>
<blockquote><p>No agronegócio, a WAMC Log trabalha com mediamentos veterinários e nutrição animal, envolvida diretamente com o MAPA e Anvisa. Sua área de atuação, entretanto é muito mais ampla, abrangendo desde a industria química e autopeças até remédios e vestuário.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Homologação atrasa análise de dívida que CODESP cobra da libra</title>
		<link>https://wamclog.com.br/homologacao-atrasa-analise-de-divida-que-codesp-cobra-da-libra-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[zweiarts]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 17:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro meses após o anúncio de uma solução para um dos maiores conflitos judiciais do setor portuário brasileiro, a dívida de cerca de R$ 1 bilhão que a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) cobra da Libra Terminais ainda não começou a ser avaliada. Tudo depende da transferência das ações para a Corte&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro meses após o anúncio de uma solução para um dos maiores conflitos judiciais do setor portuário brasileiro, a dívida de cerca de R$ 1 bilhão que a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) cobra da Libra Terminais ainda não começou a ser avaliada. Tudo depende da transferência das ações para a Corte Arbitral da Câmara Brasil-Canadá, que será responsável pela definição dos valores a serem pagos pela empresa à Autoridade Portuária.</p>
<p>A negociação da dívida foi uma das condicionantes para que a Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP) antecipasse a renovação dos contratos de arrendamento dos terminais da operadora no cais santista até 2035. Em contrapartida, a empresa anunciou investimentos de R$ 750 milhões nessas instalações. O acordo foi firmado em 2 de setembro do ano passado.</p>
<p>A sentença arbitral tem o mesmo efeito da convencional, mas o processo é considerado mais rápido e deve levar até dois anos. Neste caso, o Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá definirá os valores a serem pagos pela Libra à Codesp, cuja dívida se arrasta desde 1998. Calculado o valor do passivo, a empresa terá o prazo máximo de cinco anos para quitá-lo.</p>
<p>A disputa começou logo após o arrendamento da área do Terminal 35, na Ponta da Praia, quando a Libra começou a contestar as faturas da Docas relativas a essa área. A alegação era de que o terreno recebido era menor do que o previsto no edital de concessão. Além disso, a linha férrea não havia sido removida do meio da gleba e faltava profundidade nos berços de atracação.</p>
<p>A dívida, que segundo a Docas ultrapassa R$ 1 bilhão, foi parar na Justiça e se arrasta há 17 anos. Para solucionar a questão, a Libra e a estatal se comprometeram a retirar as ações referentes ao caso que tramita na Justiça.</p>
<p>A Docas informou, através de sua assessoria de imprensa, que as várias demandas judiciais sobre a questão foram suspensas, mas três ainda aguardam homologação. Por isso, as análises da Corte Arbitral da Câmara Brasil-Canadá ainda não foram iniciadas.</p>
<p>A Libra confirma a informação e destaca que o início efetivo da arbitragem se dará após a conclusão dos trâmites para a transferência das ações. Procurada, a Câmara Brasil-Canadá informou que não se posiciona sobre o processo de arbitragem porque ele corre em sigilo.</p>
<p>Taxas de arrendamento</p>
<p>Desde setembro, a Libra passou a pagar à Codesp R$ 4,39 por metro quadrado explorado e R$ 32,64 por contêiner movimentado. A adequação das taxas pagas à Autoridade Portuária também estava no pacote de contrapartidas para a renovação antecipada do contrato.Antes, o terminal pagava R$ 3,63 por metro quadrado e R$ 32,22 por contêiner operado no T-35.</p>
<p>A regra prevista na Lei 12.815, a Lei dos Portos, que permite a renovação de contratos mesmo no caso de empresas que tenham débito com a União, é fruto de uma emenda do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), à Medida Provisória nº 595, que deu origem à legislação portuária.</p>
<p>O texto original do Governo vedava a renovação para os devedores. A proposta do atual presidente da Câmara foi aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Até agora, o Grupo Libra foi o único a se beneficiar com a medida.</p>
<p>Investimento</p>
<p>A operadora portuária irá investir R$ 750 milhões nos próximos anos, nas três áreas arrendadas pela empresa no cais santista. Foram unificados o T-33, T-35 e T-37, na Ponta da Praia, que hoje estão dividos e são cortados por linhas férreas.</p>
<p>Outra contrapartida foi a cessão de um berço de atracação da instalação, que será utilizado pelos terminais de grãos vizinhos, que operam no Corredor de Exportação da Ponta da Praia.</p>
<p>A Libra informou que já iniciou a contratação da empresa que fará o planejamento e o gerenciamento dos projetos-executivos das obras programadas para os terminais. Os estudos deverão ser entregues em oito meses, até setembro.</p>
<p>Com a unificação das instalações e as reformas previstas, a empresa quase dobrará sua capacidade de movimentação anual de cargas, saltando dos atuais 900 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) para, pelo menos, 1,8 milhão de TEU.</p>
<p>A nova disposição possibilitará que o cais dos terminais passe dos atuais 1.085 metros para os 1.312 metros, ampliando o local onde os navios podem ficar atracados. A área total passará a ser de 200 mil metros quadrados.</p>
<p>Fonte: A Tribuna Santos</p>
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		<item>
		<title>Aumento do dólar pressiona inflação, importação e endividamento externo</title>
		<link>https://wamclog.com.br/aumento-do-dolar-pressiona-inflacao-importacao-e-endividamento-externo/</link>
		
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 18:26:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI A valorização do dólar frente ao real, comemorada por exportadores, também tem impactos negativos sobre a economia brasileira. Desde janeiro do ano passado, a unidade da moeda norte-americana ficou R$ 1,40 mais cara. O baque do aumento cambial afeta, por exemplo, a já elevada inflação do País,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://wamclog.com.br/aumento-do-dolar-pressiona-inflacao-importacao-e-endividamento-externo/">Aumento do dólar pressiona inflação, importação e endividamento externo</a> apareceu primeiro em <a href="https://wamclog.com.br">WAMC Log</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI</p>
<p>A valorização do dólar frente ao real, comemorada por exportadores, também tem impactos negativos sobre a economia brasileira. Desde janeiro do ano passado, a unidade da moeda norte-americana ficou R$ 1,40 mais cara.</p>
<p>O baque do aumento cambial afeta, por exemplo, a já elevada inflação do País, deixando mais caros os produtos importados e os produtos que usam insumos internacionais, explica Mauro Rochlin, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV).</p>
<p>Outro efeito sobre os preços é causado pela diminuição da competição. “Os produtos internacionais perdem espaço no País e os empresários brasileiros podem aumentar os preços internos por terem menor concorrência”, comenta Rochlin, conforme noticiado pelo jornal DCI.</p>
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