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Confira quais setores de transporte de carga têm sido menos afetados pelo coronavírus

O coronavírus causou impacto profundo no setor de logística em todo o mundo. O transporte de carga foi afetado globalmente ainda em fevereiro de 2020 devido às medidas tomadas pelo governo da China naquela época.

Com o fechamento dos portos e a restrição de circulação de pessoas e veículos, todos os setores da economia sofreram impacto. Alguns setores, porém, sofreram menos, com quedas em torno de 20%, como o de produtos relacionados à saúde e os alimentos. Outras áreas, porém, estão até hoje tentando se recuperar, como o de viagens e turismo, com quedas acima de 70%.

Neste artigo, vamos explicar quais são os setores de transporte de carga que sofrem menos os impactos do coronavírus. Que tal continuar a leitura para entender melhor?

A indústria farmacêutica passou a usar mais o transporte de carga aéreo

O transporte de carga de insumos da indústria farmacêutica registrou queda de apenas 17% nos primeiros meses da pandemia. Por outro lado, o setor sofreu enorme pressão por demanda de matérias-primas vindas da China e da Índia. Insumos farmacêuticos usados no combate ao coronavírus faltavam devido à enorme procura mundial.

Parte da queda do movimento de cargas farmacêuticas se explica pelo encarecimento do serviço de transporte. Dois fatores explicam essa elevação dos preços. Um deles foi a alta do dólar. O segundo motivo foi e o maior uso do transporte aéreo de carga no lugar do transporte marítimo devido à urgência das demandas.

O agronegócio aumentou o volume de exportações em plena pandemia

O setor do agronegócio não apenas foi um dos que menos sofreram redução a partir da pandemia. Houve inclusive aumento de escoamento de produção para o exterior. Crescimentos expressivos na oferta de fretes relacionados à soja, ao milho e à carne bovina chamam atenção.

A importância do agronegócio voltado para a exportação cresceu ainda mais, assumindo um protagonismo no transporte de cargas e na economia brasileira em geral. No setor, os mais prejudicados foram os pequenos produtores, que não conseguiram escoar a produção nos primeiros meses de pandemia.

Os fertilizantes e agroquímica em geral mantiveram a demanda em alta

Com o agronegócio em alta, o setor da agroquímica manteve em alta as demandas de transporte de carga. O coronavírus deixou em alerta a indústria brasileira logo no início da pandemia, já que as fábricas da China foram paralisadas ainda em fevereiro.

O setor de agroquímica brasileiro ainda é fortemente dependente de matérias-primas chinesas, como o ácido fosfórico. A produção de fertilizantes ficou ameaçada devido ao fechamento dos portos chineses. Porém, o setor rapidamente começou a voltar ao normal, com as demandas em alta para transporte de carga.

Os mercados e supermercados mantiveram volume de carga

A queda do transporte de carga voltado para o abastecimento de mercados e supermercados ficou em torno de 22%. Esse percentual está bem abaixo de outros setores que sofreram forte impacto, como o transporte para shopping centers (-64,6%) e lojas de rua (50,4%).

A maioria das pessoas não deixou de ir pessoalmente ao mercado. De qualquer forma, as redes se prepararam para os pedidos pela internet e para entregar em domicílio, o que preservou o nível de movimentação de carga.

O transporte de carga e o setor de logística foram extremamente afetados pelas medidas de isolamento social para combater o coronavírus. Porém, alguns setores conseguiram manter em alta a demanda e outros ainda aumentaram o próprio volume de negócios. Na retomada do setor de transporte de carga, porém, alguns segmentos apresentam um reaquecimento mais lento, como o de turismo e viagens. Outros voltam ao patamar anterior mais rapidamente, como o de agroquímicos.

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